“Existia contudo, aos seus olhos [de Naphta, um jesuíta anticapitalista], uma exploração mais nefanda ainda: a do tempo, a monstruosidade de se fazer pagar um prêmio pelo simples transcurso do tempo, esse prêmio que são os juros, e de se abusar dessa forma, para vantagem de uns e para prejuízo de outros, de uma instituição divina e geral, o tempo.” Thomas Mann (A Montanha Mágica, pág. 549)
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